terça-feira, 26 de maio de 2020

Estudo 15- 2015 A igreja de Cristo, Ellen G White-parte 1º


Estudo 15- 2015 A igreja de Cristo, Ellen G White-parte 1º O objeto de seu supremo cuidado TMOEv- Capitulo 1 Pág 30 Melbourne, Austrália 23 de Dez de 1892 Queridos Irmãos da Associação Geral: Testifico aos meus irmãos e irmãs que a Igreja de Cristo, por débil e defeituosa que seja, é o único objeto sobre a Terra a que Ele confere Sua suprema atenção.
Enquanto a todos dirige o convite para irem a Ele e serem salvos, comissiona Seus anjos, para prestar divino auxilio a toda alma que a Ele se achega com arrependimento e contrição; e, pessoalmente, por meio de Seu Espírito Santo, está no meio de Sua Igreja. Distinções claras e determinadas para a Nossa Vitória.

Na época atual, a Igreja precisa vestir suas belas vestes Cristo, justiça nossa, Há distinções claras e precisas a serem restauradas e expostas ao mundo, exaltando-se acima de tudo os mandamentos de Deus e a Fe de Jesus.  A beleza da santidade deve aparecer em seu brilho natural, em contraste com a deformidade e trevas dos que são desleais, daqueles que se revoltam contra a lei de Deus.

Assim reconhecem a Deus, e a Sua lei—fundamento de Seu governo no Céu e em todos os Seus domínios terrestres. Sua autoridade deve ser conservada distinta e clara perante o mundo; e não ser reconhecida lei alguma que esteja em oposição as leis de Jeová. Se, em desafio as disposições divinas, for permitido ao mundo influenciar nossas decisões ou ações, o propósito de Deus será frustrado.

TMOEv Pág 32- Embaixadores do Céu.
Se a Igreja vacilar aqui, por mais especioso que seja o pretexto apresentado para tal, contra ela haverá, registrada nos livros do Céu, uma quebra da mais sagrada confiança, uma traição ao reino de Cristo. A Igreja tem que manter seus princípios perante todo o Universo celeste e os reinos deste mundo, de maneira firme e decidida; uma inabalável fidelidade na manutenção da honra e da santidade da lei de Deus, despertará a atenção e admiração do mundo, e muitos, pelas boas obras que contemplarem, serão levados a glorificar nosso Pai celestial.

Os que são leais e verdadeiros, são portadores de credenciais do Céu e não dos potentados da Terra. Todos os homens saberão quem são os escolhidos e fieis discípulos de Cristo, e os conhecerão quando forem coroados e glorificados

Como hão de ser os que honraram a Deus, e a quem Ele honrou, tornando-os possuidores de um peso eterno de glória. O Senhor proveu a Sua Igreja de capacidade e bênçãos, para que apresentasse ao mundo uma imagem de sua própria suficiência, e nEle se completasse, como uma continua representação de outro mundo, eterno, onde há leis mais elevadas que as terrestres.

Sua Igreja deve ser um templo construído segundo a semelhança divina, e o anjo arquiteto trouxe do Céu a sua vara de ouro para medir, a fim de que cada pedra seja lavrada e ajustada pela medida divina, e polida para brilhar como um emblema do Céu irradiando em todas as direções os refulgentes e luminosos raios do Sol da Justiça.

A Igreja há de ser alimentada com o maná do Céu e guardada unicamente sob a proteção de Sua graça. Vestida com a completa armadura de luz e justiça ela entra em seu conflito final. A escória, material Imprestável, será consumida, e a influência da verdade testifica ao mundo de seu caráter santificador e enobrecedor.  

A Fase Inicial do Adventismo, TMOEv Pág 37
Faz já quarenta anos que foi introduzida a organização entre nós, como um povo. Fiz parte daqueles que tiveram experiência ao estabelecê desde o princípio. Conheço as dificuldades que tiveram de ser enfrentadas, os males que ela se destina a corrigir, e tenho notado sua influência em relação com o crescimento da causa.

Na fase inicial da obra, Deus nos deu luz especial sobre este ponto, e esta luz, juntamente com as lições que a experiência nos ensinou, deveria ser tida em cuidadosa consideração. Desde o inicio, nossa obra teve caráter empreendedor. Reduzido era o nosso número, e em sua maior parte procedente das classes pobres. Nossas ideias eram quase desconhecidas do mundo.

Não tínhamos casas de culto, possuíamos poucas publicações, e reduzidíssimos recursos para levar avante a nossa obra. As ovelhas estavam esparsas pelas estradas e caminhos, nas cidades, aldeias e matas. Os mandamentos de Deus e a Fe de Jesus eram a nossa mensagem.

Unidade de Fe e de doutrina
Meu esposo, juntamente com os Pastores Jose Bates, Stephen Pierce, Hiram Edson, e outros que eram fervorosos, nobres e fieis, estavam entre os que, depois da passagem do tempo em 1844, buscaram a verdade como a um tesouro escondido. Reuniamo-nos sentindo angustia de alma, a fim de orar para que fossemos um na fe e doutrina; pois sabíamos que Cristo não está dividido.

Cada vez tomávamos um ponto para assunto de nossa investigação.Abriam se as Escrituras com sentimento de temor.Jejuávamos frequentemente, a fim de pôr-nos em melhor disposição para compreender a verdade. Se depois de fervorosa oração, não compreendíamos algum ponto, o discutíamos, e cada qual exprimia livremente sua opinião.

De novo então nos curvávamos em oração, e ardentes suplicas ascendiam ao Céu para que Deus nos ajudasse a ver de uma mesma maneira, para que fossemos um, como Cristo e o Pai são um. Muitas lagrimas eram derramadas. Assim passávamos muitas horas. Algumas vezes passávamos a noite toda em solene investigação das Escrituras, para compreender a verdade para o nosso tempo.

Em algumas ocasiões o Espírito de Deus descia sobre mim, e porções difíceis eram esclarecidas pelo modo indicado por Deus, e havia então perfeita harmonia. *Vida e Ensinos, 192-205.
O Espírito Que Predominava nas Pesquisas Bíblia TMOEv Pág 38
Éramos todos de um mesmo pensamento e espírito. Procurávamos muito ansiosamente que as Escrituras não fossem torcidas para adaptarem-se as opiniões de qualquer pessoa. Procurávamos fazer com que nossas divergências de opiniões fossem tão pequenas quanto possível, não insistindo nos sobre pontos que eram de menor importância, a respeito dos quais havia opiniões divergentes.

A preocupação de toda alma, porém, era promover entre os irmãos uma condição que correspondesse a oração de Cristo para que Seus discípulos pudessem ser um, assim como o são Ele e o Pai. Algumas vezes um ou dois irmãos obstinadamente se punham a opinião apresentada, e agiam de acordo com os sentimentos naturais do coração;

Quando, porém, essa disposição aparecia, suspendíamos nossas investigações e adiávamos a reunião, para que cada um tivesse a oportunidade de buscar a Deus em oração, e sem consulta com outrem estudasse o ponto de divergência, rogando luz do Céu. Com expressões de amizade nos despedíamos, para de novo reunirmos no tão breve quanto possível, para mais investigações.

Por vezes o poder de Deus descia sobre nós de uma maneira assinalada, e, quando a clara luz revelava os pontos da verdade, chorávamos e regozijávamo-nos juntamente. Amávamos a Jesus, e amávamo-nos uns aos outros.

O nosso número aumentava gradualmente. A semente lançada era regada por Deus, que a fazia crescer. A princípio reunia-mo -nos para o culto e apresentávamos a verdade aqueles que vinham para ouvir, em casas particulares, em celeiros, bosques e edifícios escolares; não demorou muito tempo, porem, e pudemos construir humildes casas de oração.

A adoção da ordem eclesiástica TMOEv Pág 39-
Aumentando o nosso número, tornou-se evidente que sem alguma forma de organização, haveria grande confusão, e a obra não seria levada avante com êxito.

A organização era indispensável para prover a manutenção do ministério, para levar a obra a novos campos, para proteger dos membros indignos tanto as igrejas como os ministros, para a conservação das propriedades da igreja, para a publicação da verdade pela imprensa, e para muitos outros fins.

Havia, no entanto, entre nosso povo um forte sentimento contrário a organização. Os adventistas do primeiro dia* opunham-se a organização, e a maior parte dos adventistas do sétimo dia entretinham as mesmas ideias. Buscamos o Senhor em oração fervorosa para que pudéssemos compreender sua vontade;

E Seu Espírito nos iluminou, mostrando-nos que deveria haver ordem e perfeita disciplina na igreja, e era essencial a organização. Método e ordem manifestam-se em todas as obras de Deus, em todo o Universo. A ordem e a lei do Céu, e deveria ser a lei do povo de Deus sobre a Terra.

Tivemos uma árdua luta para estabelecer a organização. Apesar de o Senhor dar testemunho após testemunho a esse respeito, a oposição era forte, e teve de ser enfrentada repetidas vezes. Sabíamos, porem, que o Senhor Deus de Israel nos estava dirigindo e guiando pela Sua providencia.

Empenhamo-nos na obra da organização, e uma evidente prosperidade acompanhou esse movimento progressista.Como o desenvolvimento da obra nos impelisse a novos empreendimentos, dispusemo-nos a começa-los. O Senhor nos dirigiu o espírito para a importância da obra educativa. Vimos a necessidade de escolas, para que nossos filhos pudessem receber instrução isenta dos erros da falsa filosofia, e sua educação estivesse em harmonia com os princípios da Palavra de Deus.
A necessidade de instituições de saúde fora-nos encarecida, para auxilio e instrução de nosso próprio povo, e como meio de beneficiar e esclarecer a outros. Este empreendimento foi também levado avante. Tudo isto era obra missionária da mais elevada espécie.

Os resultados do esforço conjunto TMOEv Pág 40-
Nossa obra não era mantida por grandes donativos ou legados; pois poucos homens abastados tínhamos entre nós. Qual é o segredo de nossa prosperidade? Temo-nos movido sob as ordens do Príncipe de nossa salvação. Deus nos tem abençoado os esforços unidos. A verdade tem-se espalhado e florescido. Tem-se multiplicado as instituições.

A semente de mostarda cresceu até tornar-se uma grande Árvore. O sistema da organização alcançou êxito grandioso. Foi adotada a contribuição sistemática segundo o plano bíblico. O corpo foi ligado pelo auxílio de todas as juntas, Na medida do avanço feito, ficou provado ser eficiente o nosso sistema de organização. Ninguém acaricie o pensamento de que podemos dispensar a organização.

A o Reestabelecimento dessa estrutura custou-nos muito estudo e orações, em que rogávamos, sabedoria e as quais sabemos que Deus ouviu. Foi edificada sob sua direção, por meio de muito sacrifício e contrariedades. Nenhum de nossos irmãos esteja tão iludido que tente derriba-la, pois acarretaria assim um estado de coisas que nem e possível imaginar. Em nome do Senhor declaro-vos que ela há de ser firmemente estabelecida, robustecida e consolidada.   Ao mando de Deus: “Ide”, avançamos, quando as dificuldades a serem superadas faziam com que o avanço parecesse impossível. Sabemos quanto custou no passado executar os planos de Deus, que fizeram de nós o povo que somos. Portanto, cada um tenha o Máximo cuidado para não conturbar a mente no tocante a estas coisas que Deus ordenou para a nossa prosperidade e êxito no avançamento de Sua causa.

Perigos Iminentes para a Igreja: TMOEv Pág 41- Satanás bem sabe que o sucesso apenas pode acompanhar a ação ordenada e harmoniosa. Bem sabe que tudo que se relaciona com o Céu se acha em perfeita ordem, e sujeição e disciplina perfeita caracterizam os movimentos da hoste angélica. Ele estuda e faz esforços para levar os cristãos professos o mais longe possível da disposição ordenada por Deus;

Portanto, engana até o povo professo de Deus, e faz-lhes crer que a ordem e a disciplina são inimigas da espiritualidade; que a única segurança para eles consiste em seguir cada qual seu próprio rumo e de maneira especial permanecer separado das corporações de cristãos que andam unidos, e trabalham para estabelecer a disciplina e harmonia de ação.

Todos os esforços feitos para se estabelecer a ordem são considerados perigosos, tidos como uma restrição da legitima liberdade e, por isso, são temidos como se fossem um arremedo (ou Imitação) do papado. Estas dedicadas almas consideram virtude o jactar-se de sua liberdade de pensar e agir independentemente. Não atendem a nenhum parecer de outrem. Não se deixam ensinar por quem quer que seja. (Ver a Lição de Escola Sabatina de 04 março de 2018) (Cristo como o Centro)

Foi-me mostrado que a obra especial de Satanás e introduzir os homens a crer que Deus lhes ordena agirem por si mesmos, e escolherem seu próprio caminho, Independentemente de seus irmãos.

Deus está guiando um povo do mundo para a exaltada plataforma da verdade eterna os mandamentos de Deus e a Fe de Jesus, Disciplinará e habilitará Seu povo. Eles não estarão em divergência, um crendo uma coisa e outro tendo Fe e opiniões inteiramente opostas, e movendo-se cada qual independentemente do conjunto.

Pela diversidade dos dons e governos que Ele pôs em Sua igreja, todos
Alcançarão a unidade da Fe. Se alguém forma seu próprio conceito no tocante a verdade bíblica, sem atender a opinião de seus irmãos, e justifica seu procedimento alegando que tem o direito de pensar livremente, impondo suas ideias então aos outros, como poderá cumprir a oração de Cristo?

E se outro e outro ainda se levantam, cada qual afirmando seu direito de crer e falar o que lhe aprouver, sem atentar para a Fe comum, onde estará aquela concórdia que existia entre Cristo e Seu Pai, e para cuja existência, entre Seus irmãos, Cristo orou?

Responsabilidade individual e unidade cristãTMOEv Pág 42 -
Posto que tenhamos uma obra individual, e individual responsabilidade perante Deus, não devemos seguir nosso próprio critério independentemente, sem tomar em consideração as opiniões e sentimentos de nossos irmãos; pois tal proceder acarretaria a desordem na igreja.

É dever dos ministros respeitarem o discernimento de seus irmãos; mas suas relações mútuas, assim como as doutrinas que ensinam, deveriam ser submetidas a prova da lei e do testemunho; se, então, os corações forem dóceis, não haverá divisão entre nós. Alguns se inclinam a ser desordenados, e apartam-se dos grandes marcos da Fe; mas Deus está atuando em Seus ministros para que sejam um na doutrina e no espírito.

E necessário que nossa unidade hoje seja de caráter tal que resista a prova.
Temos muitas lições para aprender e muitíssimas para desaprender. Tão-somente Deus e o Céu são infalíveis. Quem acha que nunca terá de abandonar uma opinião formada, e nunca terá ocasião de mudar de critério, será decepcionado. Enquanto nos apegarmos obstinadamente as nossas próprias ideias e opiniões, não poderemos ter a unidade pela qual Cristo orou.
Quando um irmão recebe nova luz sobre as Escrituras, deve expor francamente sua maneira de entender, e todo ministro deve investigar as Escrituras com espírito de singeleza, a fim de ver se os pontos apresentados podem ser corroborados pela palavra inspirada.

E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade. 2 Timóteo 2:24, 25.
Cuidado com as oposições dos Intelectuais TMOEv- Pág 102,
Alguns há que condescendem com a leviandade, o sarcasmo, e até mesmo a mofa para com os que deles divergem. Outros apresentam um mundo de objeções a qualquer novo ponto de vista;

E quando essas objeções são claramente respondidas pelas palavras
Das- Escrituras, não reconhecem as evidencias apresentadas, nem permitem serem convencidos. Sua inquirição não tem o propósito de chegar a verdade, mas tenciona meramente confundir a mente dos outros. Alguns julgam ser evidencia de agudeza e superioridade intelectual, confundir as mentes quanto ao que é verdade.

Recorrem a subtileza dos argumentos, a jogos de palavras; tiram vantagem injusta em fazer perguntas. Quando suas perguntas têm sido razoavelmente respondidas, mudam de assunto trazendo novo ponto, para evitar o reconhecimento da verdade.

Devemos acautelar-nos para não condescendermos com o espírito que dominava os judeus. Não queriam aprender de Cristo, porque Sua explicação das Escrituras não estava de acordo com as ideias deles; portanto tornaram-se espias nas Suas pegadas, “armando-Lhe ciladas, a fim de apanharem da Sua boca alguma coisa para O acusarem”. Não tragamos sobre nós mesmos a temível denuncia das palavras do Salvador: “Ai de vos, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência; vos mesmos não entrastes e impedistes aos que entravam”.

Com simplicidade e Fe
Não requer muita sabedoria ou habilidade fazer perguntas difíceis de responder. Pode uma criança fazer perguntas sobre as quais o homem mais sábio fique embaraçado. Não nos empenhemos em disputas dessa espécie. Existe em nossos dias a mesma descrença que prevalecia no tempo de Cristo. Agora, como então, o desejo de promoção e de louvor dos homens desvia o povo da simplicidade da verdadeira piedade. Não há orgulho tão perigoso como o orgulho espiritual.

Devem os jovens examinar as Escrituras por si mesmos. Não devem julgar ser- suficiente os mais velhos na experiência descobrirem a verdade; que os mais novos podem aceita-la deles como sendo autoridade.

Os judeus pereceram, como uma nação, porque foram afastados da verdade bíblica pelos seus governantes, sacerdotes e anciãos. Tivessem dado ouvidos as lições de Jesus, e examinado as Escrituras por si mesmos, e não teriam perecido. Jovens das nossas fileiras estão observando para ver em que espírito os ministros investigam as Escrituras; se tem um espírito suscetível de ser ensinado e são suficientemente humildes para aceitar a evidência e receber a luz dos mensageiros que a Deus apraz enviar.

Nosso Dever para com As santas Escrituras TMOEv- Pág 103
Devemos estudar a verdade nós mesmos. Não se deve esperar que qualquer homem pense por nós. Não importa quem seja, ou em que posição esteja colocado, não devemos esperar que qualquer homem seja critério para nós. Devemos aconselhar-nos e estar sujeitos um ao outro, mas ao mesmo tempo devemos exercer a habilidade que Deus nos deu para aprender o que é a verdade.

Cada um de nós deve buscar a Deus para obter a iluminação divina. Devemos desenvolver, individualmente, um caráter que suporte a prova no dia de Deus. Não devemos ficar apegados as nossas ideias, e pensar que ninguém deve interferir em nossas opiniões. Ao ser chamada a vossa atenção para algum ponto de doutrina que não compreendeis ide a Deus, de joelhos, para poderdes compreender o que é verdade e não serdes encontrados, como os judeus, lutando contra Deus.

Ao advertir os homens de que se acautelem de aceitar qualquer coisa, a menos que esta seja a verdade, devemos também o adverti-los a não porem em perigo a sua alma, rejeitando mensagens de luz, mas que se apressem em sair das trevas pelo estudo fervoroso da Palavra de Deus. Quando Natanael foi a Jesus, o Salvador exclamou:

Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não ha dolo! Disse-Lhe Natanael: Donde me conheces tu? Jesus respondeu:  te vi Eu, estando tu debaixo da figueira”. E Jesus também nos verá nos lugares secretos de oração, se a Ele formos em busca de luz, para podermos saber o que é a verdade.
Se um irmão ensina um erro, os que estão em posições de responsabilidade devam saber; e se ele está ensinando a verdade, devem eles tomar posição ao seu lado. Todos nós devemos saber o que está sendo ensinado entre nós; pois, se isto for a verdade, devemos saber; o professor da Escola Sabatina deve saber; e cada aluno da Escola Sabatina deve compreende-lo.

Todos nós estamos na obrigação, para com Deus, de compreender o que Ele nos envia. Deu Ele direções pelas quais possamos provar cada doutrina: “A Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva. Mas se ela satisfizer a prova,
TMOEv- Pág 104 -Em Busca do Nosso Tesouro
Não estejais tão cheios de preconceito que não possais reconhecer um ponto simplesmente porque ele não concorda com vossas ideias. É impossível que mente alguma compreenda toda a riqueza e grandeza de uma única promessa divina que seja. Um apreende a gloria de um ponto de vista, outro a beleza e graça de outro ponto, e a alma enche-se da luz celestial. Se víssemos toda a gloria, o espírito desfaleceria. Mas podemos suportar, das abundantes promessas divinas, revelações muitíssimo maiores do que agora desfrutamos.

Meu coração fica triste ao pensar como perdemos de vista a plenitude da benção reservada para nós. Contentamo-nos com lampejos momentâneos de fulgor espiritual, quando poderíamos andar dia a dia a luz de Sua presença. Prezados irmãos: Orai como nunca dantes para que os raios do Sol da Justiça brilhem sobre a Palavra, a fim de que possais compreender -Lhe a verdadeira significação.

Jesus rogou para que Seus discípulos fossem santificados pela verdade a Palavra de Deus, Então com que fervor devemos nos orar para que aquele que penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus, Aquele cujo oficio é trazer todas as coisas a lembrança do povo de Deus, e guia-lo em toda a verdade, possa estar conosco na investigação de Sua Santa Palavra! * Deus deseja que confiemos nEle e não no homem. Quer que tenhamos um novo coração; Ele deseja dar-nos revelações de luz do trono de Deus. The Review and Herald, 18 de fevereiro de 1890.

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