Estudo 22 2022 Ellen G White e o Dízimo: publicado por Arthur L. White Publicado por Arthur L. White Este artigo constitui uma breve resenha histórica da singular posição da Irmã White no tocante a certas situações especiais relacionadas com o dízimo. É muito Bom Estudo e Raro, porque a Igreja não Fala Isto.
A Obra Especial de Ellen G. White
Os adventistas do sétimo dia aceitam que a Sra. White foi chamada para uma obra especial – desempenhar a função de um profeta. Mas sua obra era mais ampla do que isso. Ela diz: “Minha comissão abrange a obra de um profeta, mas não finda aí. Compreende muito mais do que pode entender a mente dos que têm estado a semear as sementes da incredulidade. 1ME, 36. Num artigo na Review and Herald, no mesmo ano em que redigiu as palavras citadas acima, Ellen White delineou pormenorizadamente a ampla obra para a qual ela foi chamada. O relato encontra-se em Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 33 e 34. Citamos um item:
Recebi o encargo de não negligenciar ou passar por alto os que estivessem sendo tratados com injustiça. … Se eu vir os que se encontram em posições de confiança negligenciando os ministros idosos, cumpre-me apresentar o assunto àqueles cujo deve é deles cuidar. Ministros que fizeram fielmente suas obras não devem ser esquecidas ou negligenciadas ao se tornarem débeis na saúde. Nossas associações não devem menosprezar as necessidades dos que levaram os encargos da obra.
O plano de aposentadoria que toma providências para os obreiros idosos ou incapacitados não estava em vigência antes de 1911. Isto colocou um fardo pesado sobre os ombros de Ellen White. Como obreira denominacional, ela sabia por experiência própria o que significava enfrentar doenças na família sem provisão para ajuda financeira, sabia o que isso significava, pois Tiago White, enquanto desempenhava a função de presidente da Associação Geral, foi acometido de paralisia, e ela teve de remover do assoalho os tapetes de trapos, de sua própria confecção, e vendê-los, bem como os móveis, a fim de conseguir recursos para o tratamento do marido. Portanto, a instrução de que, de modo especial, devia atentar para os pastores que pudessem estar passando necessidade, era significativa para ela.
E não somente devia estar atenta às necessidades de obreiros fiéis, mas, em visão, sua atenção muitas vezes era chamada para os casos de pastores ou suas famílias que estavam sendo negligenciados. Em muitos desses casos ela prestou ajuda financeira de sua própria renda ou de fundos sob o seu controle, pois, às vezes, os seus recursos pessoais eram inadequados. Seu filho, Pastor W. C. White, escreveu sobre essa experiência, fazendo alusão ao pedido da mãe, de que certos obreiros negligenciados recebessem ajuda de sua renda:
Quando argumentamos com ela, mencionando que sua renda era toda consumida na obra de preparar os seus livros para publicação, ela disse, com efeito: O Senhor mostrou-me que a experiência de pobreza e privação, pela qual seu pai e eu passamos nos primeiros tempos de nossa obra, deu-me intenso apreço e simpatia por outros que estão passando por experiências similares, de necessidade e sofrimento.
E onde vejo obreiros nesta Causa que têm sido sinceros e leais à obra, deixados a sofrer, é meu dever falar em seu favor. Se isto não leva os irmãos a ajudá-los, então eu tenho de fazê-lo, mesmo que me veja obrigada a usar uma parte do meu dízimo para proceder assim. Em harmonia com isso, Mamãe muitas e muitas vezes solicitou que os oficiais de nossa associação dessem consideração às necessidades de humildes, mas fiéis obreiros, que estavam, de algum modo, sendo passadas por alto.
Em muitos casos, seus pedidos têm sido atendidos, sendo prestado o necessário auxílio. Mas em alguns casos, a falta de recursos e a ausência de consideração pela dignidade e as necessidades têm deixado os obreiros carentes sem ajuda, fazendo com que ela tenha de enfrentar o encargo. Então, ela tem dito para mim ou para o guarda-livros: ‘Envie o auxílio logo que puder, e se for necessário, desconte-o do meu dízimo.
Em muitos casos, verificamos ser possível atender a esses pedidos com donativos de seus recursos pessoais, e em outros casos foi usada uma parte do seu dízimo. Tais experiências dizem respeito, principalmente, aos anos em que estivemos na Europa e na Austrália, e aos anos 1900 a 1906, em prol da obra nos Estados do Sul.
Durante a maior parte do tempo, desde minha conexão com os negócios de Mamãe em 1881, o dízimo integral do seu salário tem sido pago aos tesoureiros de igreja ou da associação. Em vez de pagar o dízimo sobre o lucro proveniente de seus livros, tem sido separada uma quantia maior do que o dízimo, da qual, de vez em quando, ela tem feito apropriações, segundo a instrução mencionada mais acima.
A Carta de Ellen G. White a Respeito do Dízimo
Enquanto visitava o Estado de Colorado, na última parte de 1904, um representante da Sociedade Missionária do Sul recebeu de uma igreja um donativo de cerca de 400 dólares, para ajudar a obra da Sociedade. Esses fundos resultaram do seu apelo para ajuda na evangelização do Sul. Uma parte do dinheiro era dízimo.
O Pastor W. C. White, que estava familiarizado com os pormenores dessa ocorrência, escreveu o seguinte a esse respeito: Quando o representante da Sociedade Missionária do Sul solicitou donativos aos membros dessa igreja do Colorado, eles manifestaram boa vontade para dar, e alguns deles disseram que estavam pagando um grande dízimo; outros não ficaram inteiramente satisfeitos com a maneira pela qual ele estava sendo usado. Em comparação com os habitantes do Estado, a associação era forte e tinha uma boa renda. Por isso, alguns disseram:
Enviemos uma parte do nosso dízimo para ser usada na boa obra em prol do negligenciado povo de raça negra nos Estados do Sul. Então, os oficiais da igreja e o representante da Sociedade fizeram de modo irregular o que a partir daí se tornou muito popular como medida sábia e altruísta, quando efetuada de modo ordeiro e regular. Eles transferiram uma parte do dízimo de uma associação abastada, para um campo missionário muito necessitado.
(Irregular, para a Associação, porque não foi enviado para eles, e era o que a Irmã White fazia, com apoio de muitos, e a muito anos, -Hoje é a Mesma Coisa se repete, se não enviar para a Associação, aí é errado, irregular, a Irmã White, segundo eles, estava então ela, cometendo esta Irregularidade, muito embora eles se desculpam, dizendo que neste caso, era a Irmã White, aí vale o ditado, faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço, mas a Irmã White não estava cometendo erro Algum, porque ela conhecia, e estava se guiando pelo os princípios, ensinados e seguidos pela a Igreja primitiva, ver estudo
Meu irmão, desejo dizer-lhe: Seja cuidadoso em sua maneira de agir, pois não está agindo prudentemente. (Ela não queria Briga com Associação, mas apoiou os que receberam as doações de Dízimos)
Quanto menos falar sobre o dízimo que foi destinado para o campo mais necessitado e mais desalentador do mundo, tanto mais sensato será. Durante anos, tem-me sido apresentado que o meu dízimo deveria ser utilizado por mim mesma para ajudar os ministros brancos e negros que estavam sendo negligenciados e não recebiam o suficiente para sustentarem devidamente suas famílias.
Quando minha atenção era chamada para ministros idosos, brancos ou negros, o meu dever especial consistia em investigar quais eram suas necessidades, e supri-las. Esta devia ser minha obra especial, e tenho feito isso em diversos casos. Ninguém deve dar notoriedade ao fato de que, em casos especiais,
o dízimo é usado dessa maneira. Quanto à obra entre os negros do Sul, esse campo foi e ainda está sendo privado dos meios que deviam chegar aos obreiros nessa região. Se tem havido casos em que nossas irmãs têm utilizado o seu dízimo para o sustento dos ministros que trabalham pelas pessoas de cor, no Sul, que todo homem, se for sábio, permaneça calado.
Eu mesma tenho utilizado o meu dízimo para os casos de maior necessidade que chegam ao meu conhecimento. Tenho sido instruída a fazer isso; e como o dinheiro não é retido do tesouro do Senhor, este não é um assunto que deva ser comentado, pois requererá que eu torne conhecidas essas questões, o que não desejo fazer, porque não é o melhor.
Alguns casos têm sido mantidos perante mim durante anos, e tenho suprido suas necessidades com o dízimo, como Deus me ordenou fazer. E se alguma pessoa me disser: ‘Irmã White, quer utilizar o meu dízimo onde sabe ser mais necessário? Responderei: ‘Sim, quero’; e tenho feito isso.
Enalteço as irmãs que têm aplicado o seu dízimo onde é mais necessário para ajudar a realizar uma obra que tem sido deixada por fazer. Se for dada publicidade a esta questão, isso produzirá um conhecimento que seria melhor ficar na condição em que se encontra.
Eu não me interesso em dar publicidade a esta obra que o Senhor me incumbiu de fazer, e também a outras pessoas. “Remeto-lhe esta mensagem, para que não cometa algum erro. As circunstâncias alteram os casos. Não recomendo que alguém adote a prática de pegar o dinheiro do dízimo [de outrem, para aplicá-lo].
Mas, durante anos, de vez em quando tem havido pessoas que perderam a confiança na apropriação do dízimo e colocam o seu dízimo em minhas mãos, dizendo que se eu não o receber, eles mesmos o entregarão às famílias dos pastores mais necessitados que encontrarem. Tenho pego o dinheiro, dado um recibo e declarado às pessoas como ele foi aplicado.
Escrevo-lhe isto para que mantenha a calma, não se agite nem dê publicidade a essa questão, para que muitas outras pessoas não sigam o exemplo que mencionei. – Carta 267, Ellen G White 1905.
Ao falar do emprego do dízimo neste caso especial e em outros casos, a Sra. White sempre o fez sob o aspecto de dinheiro que devia ser utilizado para o sustento de nossos pastores. Todo dinheiro do dízimo manejado por ela era empregado da maneira que tal dinheiro devia ser utilizado.
“Tenho 75 dólares do Irmão R, dinheiro de dízimo, e achamos que seria melhor enviá-lo junto, para o campo sulino, a fim de ajudar os pastores negros. Quero que seja aplicado especialmente aos pastores negros, para ajudá-los em seus salários. Carta 262, 1902.
Você pergunta se eu aceitaria receber o seu dízimo para utilizá-lo onde for mais necessário na Causa de Deus.
Em resposta, declaro que não me recusaria a fazer isso; ao mesmo tempo, porém, digo-lhe que há um meio melhor. É melhor ter confiança nos pastores da associação em que você vive, e nos oficiais da igreja em que presta culto. Aproxime-se de seus irmãos. Ame-os sincera e intensamente, e anime-os a assumir fielmente suas responsabilidades, no temor de Deus. ‘Para os que crêem, seja exemplo na conversa, na conduta, no amor, na fé e na pureza. Carta 96, 1911.
Grandes mudanças ocorreram em nossa obra desde os dias em que a Sra. White empregou recursos do dízimo entregues aos seus cuidados. Foi estabelecido o Fundo de Aposentadoria, e por meio dessa bendita entidade o dinheiro é sabiamente distribuído a obreiros que dantes eram negligenciados.
O Senhor nos tornou, individualmente, seus mordomos.
Cada um de nós tem a solene responsabilidade de empregar os seus recursos por si mesmo. Deus não coloca sobre vós o encargo de perguntar à associação, ou a algum conselho composto de homens, se deveis usar vossos meios do modo que considerardes apropriado para promover a obra de Deus. – Special Testimonies to Battle Creek, págs. 41 e 42.
Special Instruction Relating on the Review and Herald Office and the Work in Battle Creek (“Instrução Especial a Respeito do Escritório da Review and Herald e da Obra em Battle Creek”), que foram extraídas as partes das três frases que estamos considerando. Na página 38 desse panfleto, a Sra. White escreveu como introdução:
Tenho dado abundante testemunho, realçando o fato de que a habilidade para escrever um livro é, como qualquer outro talento, um dom de Deus, pelo qual o possuidor é responsável a Ele. Nenhum homem pode comprar ou vender esse talento sem incorrer em grande e perigosa responsabilidade.
Não é a nossa propriedade que nos é confiada para aplicação. Se o fosse, poderíamos reivindicar poder discricionário; poderíamos transferir a responsabilidade para outros, e deixar nossa mordomia com eles. Mas não podemos fazer isso, pois o Senhor nos está provando individualmente.
Se agirmos sabiamente ao negociar com os bens de nosso Senhor, multiplicando os talentos que nos foram dados, empregaremos esse ganho para o Mestre, orando por sabedoria para sermos despidos de todo egoísmo e trabalhando mui fervorosamente para promover a preciosa verdade em nosso mundo. Alguns homens ou comissões poderão dizer:
É exatamente isso que desejamos fazer. A Comissão da Associação pegará o seu capital e o empregará para esse próprio fim. O Senhor nos tornou, individualmente, seus mordomos. Cada um de nós tem a solene responsabilidade de empregar os seus recursos por si mesmo.
É correto colocar uma parte no tesouro, para promover os interesses gerais da obra, mas o despenseiro de recursos não estará livre de culpa perante Deus, a menos que, na medida em que for capaz de fazê-lo, utilize esses recursos conforme as circunstâncias revelem a necessidade. Devemos estar dispostos a ajudar os que sofrem, e pôr em ação planos para o avanço da verdade em vários modos, não compete à Associação ou a qualquer outra organização os desobrigar desse aspecto da mordomia.
Se precisais de sabedoria, dirigi-vos a Deus; pedi-a a Ele por vós mesmos, e trabalhai então com o olhar voltado unicamente para Sua glória. “Exercendo vosso bom senso, dando onde percebeis que há necessidade em algum setor da obra, estais emprestando vosso dinheiro aos banqueiros. Se notardes, em alguma localidade, que a verdade está-se consolidando e que ali não há uma casa de culto, fazei então alguma coisa para suprir a necessidade.
Por vossa própria ação, incentivai outros a agirem no sentido de construírem uma humilde casa para adoração de Deus. Tende interesse na obra em todas as partes do mundo. Embora não estejais lidando com vossos próprios bens, sois responsáveis por sua sábia aplicação, por seu uso ou abuso.
Deus não coloca sobre vós o encargo de perguntar à associação, ou a algum conselho composto de homens, se deveis usar vossos meios do modo que considerardes apropriado para promover a obra de Deus em cidades e vilas destituídas de recursos e em localidades empobrecidas. Se fosse seguido o plano correto, não teriam sido empregados tantos recursos em algumas localidades, e tão poucos em outros lugares onde não foi erguido o estandarte da verdade. Não devemos deixar que nosso critério individual seja absorvido por alguma instituição em nosso mundo.
Precisamos volver-nos para Deus em busca de sabedoria, como fez Daniel. Século após século vem Jesus concedendo seus bens a Sua Igreja. Na época do primeiro advento de Cristo ao nosso mundo, exerciam os homens que compunham o Sinédrio sua autoridade dominando as pessoas segundo sua vontade.
Se as vontades humanas sempre estivessem imersas na vontade de Deus, isso seria seguro, mas quando os homens estão separados de Deus, e sua própria sabedoria passa a ser um poder controlador, as almas por quem Cristo deu a vida, a fim de libertá-las da servidão de Satanás, são colocadas de outra forma em sujeição a ele.
Reconhecemos nós individualmente nossa verdadeira posição, a de que como servos assalariados de Deus não devemos barganhar nossa mordomia, e sim, perante o universo celestial, administrar a verdade que nos foi confiada por Deus? Nosso próprio coração deve ser santificado; nossas mãos devem ter algo a repartir das rendas que Deus nos confiou, segundo a ocasião o requeira. Aos mais humildes de nós foram confiados talentos e podemos ser instrumentos de Deus, usando nossos dons para a glória de Seu nome.
É dever de cada pessoa reconhecer sua própria responsabilidade, e cuidar de que seus talentos sejam devolvidos com vantagem, como uma dádiva que ela deve devolver, tendo feito o máximo para melhorá-la. Aquele que aproveita os seus talentos ao máximo de sua capacidade pode apresentar suas ofertas a Deus como uma dádiva sagrada que diante dEle seja como que incenso fragrante, um aroma de vida para vida. Special Instruction Relating to the Review and Herald Office, and the Work in Battle Creek, Pág. 40-43.
O comerciante tem uma responsabilidade como mordomo para o Senhor. Ele é responsável pela maneira em que utiliza os lucros de seus negócios depois de haver pago um dízimo fiel. O agricultor é responsável a Deus pela utilização dos meios que o Senhor lhe confia. Essas pessoas não deviam transferir para alguma outra pessoa a responsabilidade da utilização dos recursos que Deus lhes deu, e assim era também com o autor.
Vemos pessoas desamparadas, viúvas, órfãos, pobres dignos e pastores em necessidade, e muitas oportunidades de usar recursos para a glória de Deus, para o avanço de Sua Causa e para o alívio de santos que sofrem, e eu preciso de recursos a serem usados para Deus.
A experiência de quase um quarto de século em longas viagens, sentindo a condição dos que precisam de auxílio, nos habilitam a fazer criterioso emprego do dinheiro de nosso Senhor. Tenho comprado os meus próprios artigos de papelaria, pago minhas remessas postais e passado a maior parte de minha vida escrevendo para o bem de outros, e tudo o que tenho recebido por este trabalho, que me tem cansado e desgastado consideravelmente, não pagaria a décima parte das minhas despesas postais.
Quando, com insistência, me eram oferecidos recursos, eu os recusava ou os destinava a tais fins caritativos como a Associação de Publicações. Não farei mais isso. Cumprirei o meu dever no trabalho como sempre, mas os meus receios de receber recursos a serem usados para o Senhor desapareceram.
Este caso da Irmã More despertou-me plenamente para que veja a atuação de Satanás em privar-nos de recursos. 1T, 678 e 679.
Por que ela não podia mais pagar conscienciosamente o seu dízimo à publicação da literatura adventista do sétimo dia é visto melhor num testemunho emitido mais tarde: e porque não? Ela mesma Responde.
Sinto um terror na alma ao ver a que situação chegou a nossa casa publicadora. Os prelos na instituição do Senhor têm imprimido as teorias destrutoras da alma, do romanismo e outros mistérios da iniqüidade. Isso está tirando toda a santidade da repartição.
Os administradores estão carregando as armas do inimigo e colocando-as em suas mãos, para serem usadas contra a verdade. Como Deus considera essa obra? Nos livros do Céu estão escritas as palavras: Mordomia infiel.
Assim Deus considera a publicação de material proveniente da manufatura de Satanás – seus infernais embustes científicos. – Sra. Ellen G. White, em A Solemn Warning (Uma Advertência Solene), lida para a Comissão Diretiva da Review and Herald, em novembro de 1901. Publicada pela Pacific Press, Oakland, Califórnia, 1903. www.centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/ellen-g-white-e-o-dizimo/ Os Redatores da Casa e dos Escritos de Ellen G White sempre como é de se esperar, eles têm as respostas a maneira deles, para tudo aquilo que EGW Falou e escreveu, mas não foi Levado em
Consideração, eles não publicaram, mas- foi -Publicado por
Arthur L. White vejam abaixo mais alguns Esclarecimentos dos Pastores Redatores da Literatura de Ellen G White: em 1901, ao se referir à negligência da administração geral da igreja em relação ao trabalho no sul dos Estados Unidos, que ela escreveu:
Em cada texto escrito por Ellen G White os redatores entraram Adulterando a Matéria e dando outras versões, como pode ver aqui abaixo. Que é onde mais uma vez ela aborda o descrédito do povo para com a Associaç- Geral
O povo perdeu a confiança naqueles que administram a obra. Contudo, ouvimos que a voz da Associação [Geral] é a voz de Deus. Cada vez que ouço isso, penso que é quase uma blasfêmia. A voz da Associação [Geral] deve ser a voz de Deus; mas não é, porque alguns ligados a ela não são homens de fé e oração, não possuem princípios elevados. Não buscam a Deus de todo o coração” (Manuscrito 37, 1901, p. 8, [abril de 1901, palestra da Ellen White na capela da editora Review and Herald acerca do trabalho no sul dos Estados Unidos], itálico acrescentado).
A forte crítica acima foi dirigida a alguns líderes da Associação Geral que, segundo ela, não buscavam “a Deus de todo o coração” e centralizavam em si mesmos o poder de decisões, especialmente no que diz respeito ao envio de recursos para regiões a serem alcançadas. Em relação à obra que Edson White desenvolveu no sul dos Estados Unidos, Roos Winkle afirma que, embora a Associação Geral a reconhecesse como responsável pela evangelização dos afro-americanos, “foi em grande parte uma obra autossustentável, teve a aprovação dos líderes da igreja, mas com o apoio financeiro direto mínimo” (The Ellen G. White Encyclopedia, p. 1.181).
Essa negligência de parte do staff da Associação Geral levou Ellen White a criticar fortemente a administração da época e não permitir que houvesse confusão a respeito do que, de fato, deve ser considerado como a “voz de Deus”. Para ela, as decisões daqueles líderes autoritários e sem visão missionária não podiam representar a vontade de Deus (The Ellen G. White Encyclopedia, p. 1255).
Em nenhum momento, nessa passagem e em outras em que crítica semelhante é feita por ela, estão em pauta as decisões de uma assembleia geral, mas, sim, os posicionamentos arbitrários de líderes isolados. A maior parte das críticas contundentes de Ellen G. White à Associação Geral nas quais ela nega que esta seja a “voz de Deus” está relacionada ao modelo administrativo que perdurou na denominação até a reforma de 1901/1903. Seus posicionamentos agudos tinham como propósito encorajar importantes mudanças estruturais na igreja.
De acordo com Winkle, “essas avaliações negativas a respeito da Associação Geral não foram substancialmente retificadas até as assembleias gerais de 1901 e 1903. A centralização da autoridade e poder real, combinada com a má gestão financeira e a ausência da voz de Deus refletida em verdadeira espiritualidade na vida de alguns em posições elevadas, foram algumas das razões que ela deu para essas declarações afiadas” (The Ellen G. White Encyclopedia, p. 1255).
Entretanto, Winkle afirma que, no mesmo período em que Ellen White criticou de forma mais intensa a Associação Geral, ela se manteve submissa à administração da igreja. “No que diz respeito a sua mudança para a Austrália em 1891, ela escreveu que não tinha recebido nenhuma ‘clara luz’ se devia ir, mas seguiu a ‘voz da Associação [Geral]’ (19MR 228). Em 1896, ela escreveu para seu filho Edson: ‘Não tive nenhum raio de luz de que ele [o Senhor] tenha me enviado a este país [Austrália]. Eu vim em submissão à voz da Associação Geral, à qual eu sempre tenho me mantido sob a autoridade’” [1MR 156]. Winkle acrescenta que, após a reforma administrativa de 1901/1903, Ellen White chegou a repreender seu filho Edson por usar seus testemunhos mais agudos, anteriores a 1901, contra a Associação Geral (The Ellen G. White Encyclopedia, p. 1255).
A postura crítica da mensageira de Deus era claramente dirigida contra certas atitudes de alguns líderes que, segundo sua visão, estavam em desarmonia com os princípios da Bíblia e atravancavam o crescimento da igreja. Seu desejo, no fim do século 19 e início do século 20, era de que ocorresse urgentemente uma reforma administrativa, para que o cumprimento da missão se tornasse possível.
Chamado para a Austrália: Na assembléia da Associação Geral de 1891, foi apresentado à Sra. White um chamado urgente para ir à Austrália dar conselho e ajudar no estabelecimento de planos para a obra naquele campo recém-penetrado. Atendendo a esse apelo, em dezembro de 1891, chegou à Austrália acompanhada do filho, Pr. W. C. White e de vários de seus auxiliares. Sua presença no campo australiano foi muito apreciada pelos novos crentes e suas mensagens de conselho concernentes ao desenvolvimento da obra se demonstraram uma grande benção em estabelecer firmemente o interesse denominacional nesse continente do Sul.
Ellen White teve dificuldade para aceitar o desafio de enfrentar o desconhecido, ou seja, ela não teve a orientação clara de Deus referente à sua próxima viagem. “Esta manhã, minha mente está ansiosa e perturbada devido ao meu trabalho. Será que é da vontade de Deus que eu vá para a Austrália? Não recebi nenhuma luz especial para deixar a América e ir para esse país distante. No entanto, se eu soubesse que essa era a voz de Deus, eu iria.
Ellen White já estava quase em idade de se aposentar, adoentada, e seu maior objetivo era completar seu livro sobre a vida de Cristo. “Almejo por descanso, quietude e publicar a ‘Vida de Cristo’” No entanto, sua busca contínua por compreender o envolvimento de Deus na vida humana aumentou sua confiança em Sua presença e orientação.
Ela escreveu: “Estou colocando o caso diante do Senhor e creio que Ele me guiará. Foi com essa profunda confiança em Deus que ela chegou a Sidney, a bordo do S. S. Alameda, no dia 8 de dezembro de 1891. Esse período longe de casa abriu novas oportunidades de reflexão sobre o que é importante para Deus. e ela foi,
A contribuição de Ellen White para a igreja durante os anos em que esteve na Austrália pode ser dividida em três segmentos importantes. Primeiro, ela consolidou a vida espiritual da igreja que era relativamente nova. Segundo, ela ofereceu motivação visionária para o progresso institucional que foi cunhado com a urgência missionária. Terceiro, esse foi o período de sua maior produtividade literária (1888-1991), os nove anos na Austrália foram muito importantes.
Quase Dez Anos Depois ela voltou, para Assistir a Conferência Geral de 1901, onde ela explicou que Associação Geral não era a Voz de Deus quando Aquele poder Centralizado ditavam as Regras, Mas que o plano de criar as Associações era da vontade de Deus, e ela ficou muito Feliz por Ver que as Associações tinham sido criadas, sentia que os Anjos Vieram naquela semana visitar aquela Conferencia:
Se tudo que os redatores da Associação Geral Falou neste texto acima se fosse Verdade seria muito Bom, será que Ellen G White estava vivendo toda esta Harmonia com a Direção? Deixemos que ela mesma responda: ela ia relatar no Seu Diário, estas Senas que passou na Mente Dela, mas veja qual foi a Resposta Divina: acredite: foi Impedida de Escrever: minha mão foi afastada, Leiam o texto Todo No TPI Vol 08 Pág 108, isto foi depois da Volta aos Estados Unidos
EU Passei muitos Anos Lendo quase nada do Espírito da profecia Lia Alguns textos que Vem nas Lições da Escola Sáb, e- no mais Apenas Aceitava todas as versões ditas pelo os pastores, como sendo Verdadeiras.
E ficava muito Aborrecido com as supostas calúnias e Difamações que os Adversários Religiosos faziam contra a nossa organização: um certo Dia eu escutei um Adversário dizendo que a Nossa Igreja está Levedando na sua Embriaguez, está na condição Laodiceana, e que a presença de Deus não está nela,
Nas Balanças do Santuário há de ser Pesada a Igreja Adventista do sétimo dia e que ela será Julgada Baseado nos privilégios que ela teve, e se Não se Arrepender será pronunciada contra ela e sentença, pesada foste na Balança e Achada em Falta. Ele falou isto e citou um Livro da Irmã White, eu peguei o Livro e fui comprovar e La está tudo Escrito,
Dali para a Frente eu comecei e Estudar os Livros da Irmã White, e vi que há Muitas coisas Adaptadas ao sentido que Agrada ao povo.
Como por Exemplo este Esclarecimento do Ministério de EGW em relação a Direção após a sua volta da Austrália, UM pequeno texto de um Redator do Centro de Pesquisas EGW pastor e Redator Vinicius Mandes, onde ele faz parecer que a Direção da Igreja entrou nos eixos certos da doutrina a tudo se normalizou, mas que conhece a os Livros de EGW sabe que tudo que os Redatores dizem é como se fosse uma cobertura de Cal para passar uma boa Aparência na Obra, vejam o texto,)
Foi para todos uma surpresa quando, certo dia de 1900, Ellen White disse à família e aos co-obreiros que naquela noite recebera instrução de que devia voltar à América. Do ponto de vista da obra na Austrália parecia ser o tempo mais inoportuno para ela partir,
Mas aquele cujos olhos vigiam a causa como um todo e que penetra no futuro, bem conhecia a necessidade de sua presença nos Estados Unidos durante a crise que dominou os primeiros anos do nosso século.
Estabelecendo seu lar em “Elmshaven”, a poucos quilômetros da cidade campesina de Sta. Helena, ao noroeste da Califórnia, a Sra. White gastou os quinze anos de vida restantes no preparo de livros, escrevendo, fazendo trabalho pessoal e viajando. Nem bem se havia estabelecido devidamente em Sta Helena e já recebia um convite para assistir em Battle Creek, Michigan, à sessão da Associação Geral de 1901. Nessa importante reunião deu sem hesitar seu testemunho, apelando para a reorganização da obra da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, a fim de que fossem providos completamente meios para atender aos crescentes interesses da causa.
Efetuou-se a reorganização, abrindo caminho para ampla distribuição das crescentes responsabilidades que, até aquele tempo, tinham sido levadas por bem poucos homens. O plano de que as organizações uniões-associações ficassem entre a Associação Geral e as associações locais foram organizadas e efetivadas, e foram organizados departamentos da Associação Geral.
Esses passos abriram o caminho para a grande expansão e desenvolvimento de nossa obra denominacional. Dois anos mais tarde a obra da Review and Herald Publishing Association mudou-se de Battle Creek para a costa oriental e, em harmonia com o conselho direto do Senhor, estabeleceu-se em Takoma Park. Durante quase um ano levou avante o trabalho ali e seus documentos traziam cabeçalho de Takoma Park. A presença da Sra. White na sede denominacional, recém escolhida, ajudou a firmar o crédito da mudança que se fizera.

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